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A década de 70 ficou conhecida como a Década do Terror. Lord Voldemort começou a reunir seguidores que eram assim como ele obstinados pelo poder. Era o começo de tempos perigosos e violentos.

As pessoas não têm mais confiança uma nas outras. Hogwarts se tornou um dos lugares mais seguros do mundo bruxo.

No entanto, a esperança não estava perdida. Tão logo quanto o exército de Comensais era formado, Albus Dumbledore agiu, criando a Ordem da Fênix, uma sociedade que tinha como único objetivo caçar e aniquilar dos seguidores do Lord das Trevas.











Data: 1º de Setembro de 1977, Segunda-Feira
Dia: Nublado – Entre 5ºC e -2ºC
Noite: Céu Aberto – Entre -5ºC e -10ºC
Lua: Nova

Ação para alunos: Os alunos retornam a Hogwarts para mais um ano letivo. Ações no Expresso de Hogwarts em King’s Cross.
Ação para adultos: Os adultos passam por maus bocados, apreensivos com a disputa política interna do Ministério, ações liberadas para Trabalho e Lazer.

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 01/09/1977 - Expresso de Hogwarts - Tarde

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Destino
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MensagemAssunto: 01/09/1977 - Expresso de Hogwarts - Tarde   Seg Set 21, 2009 1:54 pm

As férias passaram voando, e tão logo quanto chegaram se foram, indicando um novo ano letivo que começava. Os alunos se despediam dos preocupados pais para mais um periodo em Hogwarts. Depois de tantos incidentes e preocupações o que o Destino planeja para o Mundo Bruxo que vive uma crise?!


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John Mulciber
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MensagemAssunto: Re: 01/09/1977 - Expresso de Hogwarts - Tarde   Seg Set 21, 2009 6:50 pm


Spoiler:
 

{ Por que a Natureza Alimenta-se de sua própria decadência.



{ Flashback Noite passada.


Jantar na casa dos Mulciber.

A sopa de ervilhas estava fumegando na sopeira, podia-se ver borbulhar enquanto aquela fumaça densa saia dela e separava a minha visão da de meu pai. Era uma mesa pequena a nossa, suficiente apenas para nós três permanecermos perto, se vinha mais alguém mamãe que era especialista em feitiços domésticos dava-se ao trabalho de prolongá-la. Enfim enfiei minha colher de prata chilena com o cabo desenhado fundo em meu prato e tomei um gole da sopa sentindo aquilo descer fumegante por dentro de minha garganta, não que eu me importasse já estava acostumado com coisas quentes.

Mais dois goles da sopa e mamãe levou a mão até a minha – está boa querido? – passei a mão por minha testa que suava um pouco, meus cabelos cor de fogo rigidamente presos em um rabo de cavalo empastado com gel e minhas mangas estavam dobradas - está ótima mãe! – abri um sorriso de canto enquanto ela acariciava minhas mãos, papai logo bateu na mesa resmungando algo inaudível como de costume, soltando um riso como se somente Ele tivesse entendido a piada e então bradou – está ansioso para a volta as aulas amanha? Está pensando bem no que eu te disse?

Foi a vez de mamãe se irritar, bateu na mesa com os pulsos finos e falou baixa e severa – aquele assunto na mesa de novo não Toni! Por Merlin! – Papai levava o meu segundo nome Antonin, mamãe costumava chamá-lo de Toni, aquele homem gordo de cabelo na altura da nuca ruivo desbotado e empastado e grossos bigodes cor de fogo que estendiam pela lateral de seus lábios terminando em um cavanhaque. Ele pareceu pouco se importar, eu menos ainda voltei a tomar mais goles da minha sopa bem temperada quando ele riu novamente e soltou – pense John, não vai querer que um mero mestiço seja o favorito dele não é? Vá fundo... descubra! – ele falou fingindo um falso mistério mamãe indignada tirou o guardanapo do pescoço e bateu na mesa, eu somente pude revirar os olhos e não dizer nada, não iria me irritar por uma cobrança idiota do meu pai, mas que no fundo eu sabia que fazia sentido.

{ Flashback Manhã do Embarque.


Acordamos cedo como de costume no dia 1° de setembro, minhas malas já estavam prontamente arrumadas por minha mãe, ela estava de pé na sala vestindo o típico terninho rosa com a saia bem alinhada caindo ate os joelhos, meia-calça preta e um sapato igualmente rosa, nas mãos luvas de crochê brancas e o cabelo dourado perfeitamente penteado para trás – bom dia querido! – sorriu enquanto eu observava papai lendo o jornal com seu mal humor matinal tradicional, joguei meus cabelos agora soltos para trás e respondi com um riso.

Usamos uma chave de portal para chegar até a estação 9 ¾, eles preferiam evitar os trouxas, a cara que eles faziam quando viam um era algo que me embrulhava o estomago, aquela típica expressão de “você é lixo” e eu por muitas vezes não entendi aquilo, hoje em dia entendo e até compartilho da mesma opinião, ver trouxas logo pela manha é algo extremamente indigesto. Já na estação com as malas devidamente embarcadas os olhei, papai colocou uma mão em meu ombro e riu mexendo nos bigodes com a outra – pense naquilo John... pense... Você é a esperança da nossa família e perder o posto de favorito para um mestiço é algo inaceitável... – ele riu forçado soltando a risada no ar e recebendo uns tapinhas de mamãe.

- cuide-se... não liga pro seu pai ta bom John! Te escrevo durante o semestre! – ela falou ajeitando a gola da minha jaqueta de couro, ajeitei os óculos Ray-ban espelhados que adornavam meu rosto e dei um beijo nela – vou me cuidar mãe... – olhei para meu pai e ri descontraído deixando que o vento esvoaça-se meus cabelos vermelhos – eu já pensei! – ri de canto e eu sei que ele entendeu o que eu quis dizer....


{ Cabine do Expresso Hogwarts. Tarde.

As horas no expresso Hogwarts passavam como a água escorrendo em um copo, bem rápido. Algo no meu estomago revirava e não. Não foi pelo fato de eu ter comido um feijãozinho sabor meleca. Argh. Acabei rindo sozinho feito um panaca e alguém que passava no corredor me olhou com uma cara “ idiota” revidei o olhar por de trás dos meus óculos, mas pouco importa, joguei uma mecha de meu cabelo para trás e apoiei meu rosto no vidro da janela que embaçou com o meu hálito.

O trem deu uma curva fechada, me segurei um pouco enquanto observava aquela paisagem e a voz do meu pai me vinha a mente, eu também morria de curiosidade para saber o por que de Severus ter tido aquela conversa particular com o Voldemort, ainda mais o porque dos olhares daqueles outros em cima dele – principalmente o da Lestrange fato é que ela me da certo calafrios de tesão e medo – aquilo não era normal e eu estava doido para descobrir o porque.

E claro, descobrir aquilo era um passo a frente para ter a confiança do Lord, mas eu sabia que não seria fácil, entrar na mente de Severus é algo para poucos, nunca conheci um Oclumente de tão alto nível como ele, ele próprio consegue entrar na minha mente mesmo eu sabendo bloqueá-la, mas eu nunca consegui entrar na dele, haveria de ter outros meios para conseguir aquilo que não fossem explícitos. Balancei a cabeça, eu precisava esquecer aquilo, abri a cabine ainda vazia e assobiei para a mulher dos doces – sapos de chocolate por favor... e feijões de todos os sabores! – tirei uns galeões do bolso e dei para a mulher que logo saiu, me sentei novamente e abri um sapo. Quando eu ia morde-lo ele fugiu, soltei um riso batendo em minha coxa, abro os feijões e puxo um vermelho, droga! Gosto de vomito! Ok! aquele não deveria ser meu dia!
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Evan Rosier
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MensagemAssunto: Re: 01/09/1977 - Expresso de Hogwarts - Tarde   Ter Set 22, 2009 4:22 pm

// Mansão Rosier..


- JANNET! CADÊ O MEU PINGENTE? –
Cara, a minha irmã mais nova não tinha NOÇÃO. Só porque ela não ia embarcar em meia hora para o expresso Hogwarts, ela achava que tinha o direito de ficar sumindo com as minhas coisas. Ugh, eu queria matar. Eu não entrara naquele ter sem encontrar o meu pingente. E não ia a lugar nenhum sem as duas cobrinhas entrelaçadas esculpidas especialmente para mim em prata e ouro branco verdadeiros.

- Ain maninho, eu já disse que eu não sei. Mas que neura. Eu não é.. Ups. – Cerro os olhos quando o mascote da minha irmã pula do chão para a mesa, aparecendo a nossa frente.
- Eu vou fingir que não estou vendo isso. – Eu ia contar até três, e se aquela... Coisa peluda e asquerosa que ela chamava de bichinho de estimação não soltasse a minha corrente...

- Evan! Deixe o pufoso em paz! –
- Então diga para ele largar meu pingente... Senão... – Vejo minha irmã oprimir um grito quando eu retiro a varinha das vestes e aponto em direção aquela coisinha feia. –
- Não! Evan, por favor, não! Pufoso, solta isso! –
Mas para a infelicidade dela, o animalzinho parecia perdido, fazendo com que um sorriso malicioso brotasse em meus lábios. Qual é, eu sempre quis explodir aquela bolinha de pêlos (primeiramente porque ela me dava alergia) e agora era a hora perfeita.

- Evan Rosier! Largue essa varinha agora! – Nossa mãe, uma morena de pele bem branca e nariz afinado entra no quarto, puxando a varinha da minha mão bruscamente. – Eu e seu pai já cansamos de responder no Ministério por seu uso de magia ilegal. Será que você não tem o mínimo de juízo?! Que tipo de herdeiro da fortuna do seu pai será você afinal, quando tiver que honrar o sangue de sua família?! –

E lá vinha mais um daqueles discursos moralistas da minha mãe. Cara, que saco. Por isso eu gostava de ficar em Hogwarts e odiava a minha casa. Do jeito que ela falava até parece que eu andava me esfregando em Sangues-ruins. Ai, credo. Era totalmente contra os meus princípios, por mais gatinho que fosse o Sangue-ruim. É como comer coisa que não presta, sabe? Não ia dar certo, eu sentia simplesmente asco.

- Aff mãe. Eu só queria pegar meu pingente... – E sem demoras, me aproximo do bicho e puxo a corrente dele, colocando no pescoço, o vendo chorar e se esconder junto a minha irmãzinha.
Como a minha mãe, assim como eu, não era nada sentimental com aquela coisa lá (é bom lembrar que Jannet só tinha tal pufoso porque meu pai não sabia dizer não para seus pedidos), ela nem liga para o que acontece, apenas me entrega a varinha de novo e começa a fechar a minha mala, fazendo aquelas coisas de mãe.

- O trem está saindo logo, acho melhor você correr. -
É, eu sabia disso, e eu não estaria atrasado se não fosse culpa daquele bicho. De qualquer forma, recebo um beijo e uma benção da minha mãe e deixo Jannet para trás. Com certeza ela ainda estava furiosa por eu quase ter feito chuva de restos mortais de pufoso pelo quarto, mas quem se importava?!


// Expresso Hogwarts.


Chegando na Estação, busco a plataforma correta e então atravesso a passagem, dando de cara com o vagão. Ah Hogwarts, mais um ano novo iria começar... Meu sexto ano. Na verdade eu mal podia esperar pelo próximo... Onde eu finalmente teria liberdade suficiente para usar magia como eu bem entendesse, e iguamente teria acesso total a conta do meu pai no banco. Era ótimo ser primogênito não?

- Aí, estrupício. Carrega para mim. - Jogo meu malão para cima de um Sonserino aleatório que se aproximava, sorrindo enquanto ele me acompanhava, levando o meu malão e o dele. Ele não ousaria não me ajudar.
Subo no veículo, ajeitando os cabelos com as mãos levemente, olhando para meu reflexo em algumas janelas pelas quais passávamos. É, eu era a personificação da vaidade e do narcisismo, e não conseguia passar cinco minutos sem conferir como estava a minha aparência e dar uma pequena ajeitada. Por mais que eu soubesse que seria difícil, ou impossível, aprimorar a perfeição. A minha frente vejo um mar de cabelos Ruivos sair do nada e adentrar uma das cabines, e automaticamente mordo os lábios. Era outro tique sempre que eu via John.

É claro que eu não ia ir correndo para onde ele estava todo alegrinho, eu não era "uma garotinha" dele nem nada. Mas era bom saber onde ele estava no trem. Ocupo o começo da viagem conversando com uns Sonserinos aleatórios e depois sigo para o vagão de Mulciber, abrindo a porta e graciosamente me apoiando nela, o olhando com expressão de surpresa tipo "Oh, você por aqui, quem diria!". Há, é claro que eu sabia atuar muito bem.

- Hum... Parece que alguém está com cara de quem comeu alguma coisa podre. Foi o quê, um feijãozinho de sabor ruim? Ou algum trouxa nas férias? - Gargalho de maneira eloqüente, deslizando a mão pela madeirinha da porta de entrada e dando passos para dentro do vagão, girando o corpo com grande desenvoltura em uma curva e me deixando cair sentado sobre suas pernas, leve como uma pluma. O fato é que eu odiava toques, mas de algumas poucas e determinadas pessoas, eu adorava.

- Brincadeirinha Mul Mul... Mas me diga. Como foram as férias? Sentiu saudades? - Falo brincando com uma mexa de cabelo ruivo dele, o olhando com uma expressão maliciosa, roubando um dos feijõezinhos do pacote dele e levando a boca, me deliciando com o sabor magnífco desse.
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Akira Suzuki
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MensagemAssunto: Re: 01/09/1977 - Expresso de Hogwarts - Tarde   Ter Set 22, 2009 9:36 pm

1º de setembro de 1977, tarde
Beginning...
Cabine 25

- Akira - pai do Akira


Aquele não era um bom dia, mas, sinceramente, qual vinha sendo neste ano funesto que se passou? Difícil dizer sendo que poucos foram os bons momentos (ou que isso) que tive durante esse tempo. Mas afinal isso importa para alguém além de mim?

Era apenas mais uma manhã nublada e sem graça, embora eu soubesse que o dia tinha seu significado: primeiro de setembro, dia de voltar a Hogwarts com o expresso. Mas voltar para a escola a fim de quê mesmo? Ah sim, havia apenas uma coisa que decidi nessas férias que agora me motiva a voltar para a escola: me formar para ingressar na academia de aurores. O motivo? Vingar-me dos malditos comensais da morte, metendo os desgraçados em uma estadia sem volta em Azkaban.

Eles deviam ter pensado duas vezes antes de ter matado uma vila trouxa inteira sem se preocupar com nada, mais ainda antes de ter matado a Alice... Por Merlim, que tipo de gente fazia isso? Não, eles não eram gente e sim monstros, monstros que ainda se dizem puros... Bobagem, só se fossem puros demônios!

Como era de se esperar, meus pais não estavam tristes em poder se ver livre de mim me deixando embarcar naquele trem. Não houveram despedidas demoradas ou sequer um abraço ou demonstração de afeto, nem de minha parte nem da deles.

Éramos como completos estranhos, mesmo que fôssemos ligados pelo sangue.


- então... É isso. – eu disse, sentindo aquelas palavras estranhas. Nenhum dos dois precisava saber, mas eu não pretendia voltar para a mansão Suzuki depois do término das aulas.

Provavelmente era a última vez que eu iria encarar a cara dos dois, mas não estava me importando com o fato. Nenhum deles era realmente uma família para mim e isso já acontecia há vários anos.


- não faça mais nada além do que você já faz para desonrar o nome que tem. – eu ignorei as palavras daquele que se intitulava como o meu pai, entrando no trem sem dizer mais nada. Eu desonrava o nome da família? Se honrar a família fosse ser que nem os meus colegas sonserinos nojentinhos eu sinceramente preferia não honrar mesmo.

Procurei uma cabine qualquer vazia para passar o tempo, na realidade o expresso ainda estava relativamente vazio, eu devia ter chegado cedo, mas não estava exatamente com muita vontade de olhar para o relógio e descobrir.

Algum tempo depois, quando o expresso já tinha se tornado barulhento e cheio, a viagem começou. Eu apenas fiquei olhando a paisagem mudar pela janela, sem muita idéia de o que fazer...


Off sim eu sei está um droga, me batam, mas ele não está em seus melhores momentos e a minha inspiração voou longe pela janela então... Relevem isso e apesar de não parecer ele está aberto a interações \o/
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Marlene McKinnon
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MensagemAssunto: Re: 01/09/1977 - Expresso de Hogwarts - Tarde   Qua Set 23, 2009 11:41 am

1º de Setembro de 1977 ≈ Segunda-Feira ≈
Tarde ≈ Expresso de Hogwarts ≈ Cabine 20 ≈
NarraçãoMarleneOutros Personagens
Não há post anterior.




Flashback: Manhã na Mansão McKinnon


- Marlenizinha, querida. Se você não tirar 20 em DCAT eu corto sua cabeça... - A mesa lotada de McKinnon era a paixão de minha avó. Minha tia era quem falava, enquanto os outros – inclusive eu – riamos. – Mais sempre pressão viu amorzinho. – Ela completou. Oras, como se eu precisasse ser pressionada para ir bem em DCAT. – Claro Titia querida. Eu sei que é totalmente sem pressão. – Ela torceu o nariz. Simplesmente odeia ser chamada de Titia. – Se continuar assim vai levar um zero no meio da testa. – Sempre tão delicada!

Ela riu e em seguida foi se levantando. – Bom... A conversa está maravilhosa, mas Hogwarts me aguarda e inclusive... – Ela olhou no relógio. – Eu já devia estar lá. – Completou rindo e seguiu em direção a lareira. – Tiiiiia. Deixa eu ir com você... Assim eu não tenho que aturar o Jay Jay e o Siricutico até as meninas aparecerem. – Eu fiz minha melhor cara de coruja que se perdeu na chuva. Mas não colou. – Eu sei que você ama de paixão o Potter e o Black, e que diz isso da boca pra fora. Então, a companhia deles, certamente lhe fará bem. – Revirei os olhos. Todos já haviam terminado de comer. – Manhê! Você ouviu né?! Depois não reclame se chegar uma coruja dizendo que eu estou em detenção. É culpa das pessoas que andam comigo. – Nota mental: Menos Drama.

Minha tia se despediu e logo sumiu em meio as chamas verdes. Agora era vez de minha mãe falar. – Suas coisas estão prontas? – Encolhi os ombros e em seguida disse. – FREYA! – Okay... Eu não disse, eu gritei. Minha mãe e minha avó me olharam com censura, mas eu não liguei. Logo a elfa doméstica estava parada na minha frente. – Chamou Srta.? – Pergunta idiota, mas dessa vez eu relevei. – Meu malão está arrumado?? – Ela acenou e eu sem pensar duas vezes, levantei a pobre elfa do chão girando-a. – Por isso que eu te amo pequena. – Disse rindo. A elfa só faltou ter um treco, mais relevei isso também.

Plataforma 9 ¾


- Vaaaaaamos Pai. Não quero que o Jay me ache até eu estar seguramente segura dentro da cabine. – Eu disse puxando o corpo mole do Sr. McKinnon que andava com uma lerdeza sem tamanho. – Já vai criança. – Alguém avisa pra ele que eu não tenho mais 11 anos?! Oras. Não era ele que tinha que atirar o James pulando nas costas como um louco desvairado quando me via. Revirei os olhos, enquanto atravessava a parede que levava a plataforma. – Querida, eu vou lhe escrever toda semana. Cuide-se bem. Obedeça a sua Tia. E não pegue muitas detenções, querida. É seu último ano. – Minha mãe disse beijando minha testa, enquanto meu pai dava meu malão pro carregador guardar. – Sim mãe. Pode deixar. – Último ano. Só de pensar nisso me dava uma dor no peito. – E detone eles no quadribol Leninha. Não quero nada menos do que uma carta dizendo que vocês venceram em?! – Meu pai falou bagunçando meu cabelo. ODEIO isso. – Fala com o Jay. Ele é o capitão. – Resmunguei enquanto passava as unhas nos fios lisos, agora embaraçados.

O trem ainda estava relativamente vazio. Eu olhei para os lados e nem sinal das meninas, ou de algum Maroto. Ufa. – Boa Viagem querida. – Ouvi meus pais falarem em alto e bom som enquanto eu entrava no trem. Hogwarts, pela última vez. Céus, eu vou chorar. Controle-se Marlene. Você não é assim. Respirei fundo, a gaiola com minha amada gatinha bem segura nas mãos. Atravessei o estreito corredor até a Cabine 20, minha cabine. Eu havia tomado posse dela desde o primeiro ano, era minha somente mais uma vez. Credo! Quanta melancolia. Torci o nariz, fechando a porta da cabine atrás de mim. Coloquei a gaiola da Adhara em cima do banco e abri a mesma, liberando a gata que miou com satisfação. – Eu sei que você não agüenta ficar presa. – Ri, enquanto via ela esticar as pernas.

Não tardou para que o trem começasse a andar. E nem sinal dos outros. Por Merlim, aonde eles haviam se enfiado?! Bom... eu sempre estava na mesma cabine, então quem quisesse que viesse até minha humilde pessoa.

Spoiler:
 


Última edição por Marlene McKinnon em Ter Set 29, 2009 3:32 pm, editado 3 vez(es)
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Daphne C. Deveraux
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MensagemAssunto: Re: 01/09/1977 - Expresso de Hogwarts - Tarde   Qua Set 23, 2009 7:20 pm

será que o tempo apaga o que foi dito, e o que não foi? #001
um de setembro de mil novecentos e setenta e sete ;; manhã ;; cabine vinte e cinco


    Por alguns segundos quase tive certeza de começaríamos uma nova discussão. Ela me encarou com um sorriso sádico enquanto distribuía as roupas na parte interna do meu malão, fazia isso com um prazer um pouco assustador, mas não é como se eu pudesse ficar exatamente ofendida, tampouco, como se pudesse culpá-la pelo seu prazer em se livrar de mim. Ainda com toda a minha beleza e carisma é compreensível que esteja desconfortável com a minha presença, toda a educação que me ensinou não faz questão de usar comigo, demonstrando nitidamente que não está satisfeita com a minha escolha, mamãe nunca gostou da escola britânica de magia. Isso não importa, ela não pode palpitar nas minhas decisões, já disse que vou e o assunto deveria estar encerrado.

    No andar debaixo meu pai discutia com meu avô sobre a idade avançada do elfo domestico, tão alheios quanto a coruja que deveria ir comigo para a escola. Internamente a situação me deixou um pouco irritada, na maioria das famílias os pais deveriam se mostrar preocupados e abatidos com a partida dos filhos, mas na minha casa não havia nenhuma preocupação, senão, as dirigidas as criaturas que cuida da limpeza.

    Para completar o retrato perfeito de uma manhã insuportável o relógio anunciava que em breve eu perderia o trem, e provavelmente passaria o enorme vexame de chegar bem no momento em que todos estariam saboreando o famoso banquete da escola. Suspirei tentando recorrer à mínima réstia de paciência que pudesse existir dentro de mim, ao contrario disso senti minha barriga doer devido a fome, nervosa destinei um soco a parede mais próxima e depois me senti envergonhada por agir como uma selvagem.

    Por fim, acabei na sala de estar segurando uma gaiola enquanto papai fingia agüentar o peso do meu malão, um barulho estranho e rápido surgiu e no segundo seguinte senti meus pés tocarem o chão da estação.

    Uma multidão de alunos espremia-se nos limites da plataforma que dava aceso ao grande expresso vermelho, aquilo certamente era quase o ápice da desorganização. Enquanto uns pareciam perdidos e outros ate choravam, muitos encontravam o caminho com facilidade, algo que não se parecia muito com a situação em que eu me encontrava. Pensei em me lamentar, mas antes de fazê-lo me senti ridícula, agindo como uma criança que se perdeu dos pais.

    Aproximei-me do trem, um funcionário da escola me indicou onde deveria guardar a bagagem, mas não me deixou guardar a coruja e sua gaiola junto com as malas, me forçando a carregar o animal insuportável entre os corredores da locomotiva. Cabines e mais cabines pareciam já repletas por alunos, mais um dos prejuízos ao se chegar quase atrasada, no final, acabei entrando em uma das primeiras, onde um aluno estranho parecia não estar nem um pouco contente com a minha presença. Claro que é porque ele não me notou ainda, afinal, todos me amam.

    - Vamos negociar? – perguntei me sentando no banco a sua frente após fechar a porta da cabine – Quanto você quer pra cuidar da minha coruja ate o fim da viagem?
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Sirius Black
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MensagemAssunto: Re: 01/09/1977 - Expresso de Hogwarts - Tarde   Sex Set 25, 2009 4:46 pm

#Casa dos Potter.


Cara, como é que você pode sentir assim tanta falta de um lugar?! Ficar longe de Hogwarts para mim era como se tivessem me tirado um pedaço. Eu não sentia essa sensação nem mesmo pela minha própria casa... Ok, esse não foi um bom exemplo, jé que eu tinha pavor daquele lugar. Com exceção do meu quarto, estrategicamente decorado para enfartar a minha querida mãe e deixar qualquer outro membro da minha “mui nobre” família de cabelos em pé, hehe. Mas bem, fora isso, eu dava graças a todos os santos bruxos ou trouxas por sair daquela espelunca.

Tá certo que morar com Pontas tinha seus inconvenientes, como ter que dividir o quarto e agüentar seus roncos e flatulências... Certo, sem sacanear, só roncos mesmo... Mas com certeza eu realmente sentia que tinha um lar. Uh, bem melodramático. E durante aquela manhã, a minha praticamente mamãe, a Sra.Potter, já havia nos preparado o café da manhã bem cedo com ajuda dos elfos domésticos, ao maior estilo dona do lar.

- Bom dia... Dormiram bem, meus amores?! – Sabe a mãe que eu nunca tive? É, porque convenhamos, a minha não é mãe, é castigo. – Fiz um café da manhã bem reforçado para os meus mocinhos. Espero que gostem. -
- E que ser de outro planeta não gostaria da sua comida, Senhora P?! – Ela sorri largamente, se enchendo de orgulho, enquanto James ri da minha “puxação-de-saco”.
- Você só faz isso para ganhar mais panquecas. – Ele cochicha baixo para mim, dando risada.
- Ao menos funciona. – Dou risada ao ver que a mãe dele vinha com uma porção generosa de panquecas para o meu lado, sentindo o monstrinho dentro da minha barriga ganhar vida, e meu sorriso maroto se estender pelo rosto.

- Gracinhas de meninos... Comam, comam tudo e não se intimidem, hoje o dia vai ser longo para vocês! – Me intimidar com comida? Difícil.
- O Almofadinhas se intimidar? – Não disse? James dá risada, enquanto eu ponho na boca um pedaço de panqueca, depois mais outro e mais outro, mostrando-lhe a língua depois.
- Com o perdão da palavra, eu vou me acabar! – Lambo os lábios cheio de apetite e começo a devorar o café da manhã, assim como James, sentia que iríamos limpas a mesa em poucos segundos.


#Estação King's Cross.


- Não esqueceu do suéter, Jamie? E das vestes de gala? – Se tinha alguma coisa engraçada naquela família, era quando a Senhora P inventava de revelar James como um “filhinho-da-mamae’, a cara dele era impagável, juro! Só não tiro fotos porque somos muito amigos... Erm, não mais.
- Mãe, eu peguei tudo. – Diz ele, com aquele sorriso amarelo de “Eu já tenho 17 anos” na cara, Merlin, era Hilário.

- Tem certeza, Jamie? Ouch. – Praticamente gargalhando por imitar o apelido da Senhora Potter, levo uma cotovelada na costela e mostro a língua para ele, me lembrando de bater nele quando sua mãe não estivesse vendo.

- Meninos! Comportem-se... – Mordo a língua com ela ajeitando meus cabelos, rindo com isso depois e pegando meu malão, fazendo um sinal para ela, como uma despedida de escoteiro.
- Pode deixar, Senhora P! Comportamento é meu nome do meio.. – “Depois do prefixo “mau” é claro. Sorrio maroto.
- Ótimo... Espero notícias! Beijos, meninos! – E a última coisa antes de desaparecer na passagem que nos levaria para a estação do Expresso Hogwarts é o sorriso amoroso da Senhora P, enquanto acenava para nós com um lencinho, como naquelas viagens antigas de navio.

- Se você me chamar de Jamie mais uma vez, vai levar uns sopapos, pulguento. – Ui, alguém havia acordado de mau humor?!
- Calma Jamiezinho... – Rio me encolhendo, levando um pedala na nuca mesmo assim, mas depois pulando e apoiando meu braço sobre seus ombros. – Estamos voltando para Hogwarts! É só alegria! -
Sim, porque Hogwarts era o nosso lugar... Era o lugar dos marotos. E era o nosso ultimo ano, ou seja, tínhamos que aprontar o equivalente aos outros seis. - Isso não te deixa meio nostálgico...? – Comento fazendo uma expressão pensativa, rindo quando ele me empurra para o lado depois, ajeitando meu malão. – Vamos pegar esse trem... Pela última vez. Isso é triste. - Ele olha para mim, afirmando com a cabeça.

- É fato... Mas fazer o quê? Hogwarts vai ter que sobreviver sem o futuro melhor apanhador que a seleção inglesa de Quadribol já teve e sem... Bem, você. – Ele ri.
- Jogador? Achei que queria seu auror. – Comento curioso, entrando no trem com o malão, seguido dele.
- É... Nas horas vagas. – Rimos, até que meus olhos avistam a sensualidade personificada, e meu sorriso maroto se estende imediatamente. – Almofadinhas? – James passa a mão em frente aos meus olhos, mas esses continuam fixo naquele ponto... Merlin, mas que rebolado. – Ah... Viu a Lene. –Ele gargalha, mas eu não me importava. E daí que Marlene era a única garota que tecnicamente bem, não cedia as minhas investidas? Eu já comentei como eu gosto de desafios? Ainda mais de um desafio com tantas curvas.

- Segura as Pontas aí... – Trocadilhos não era ótimos? – Eu já volto, colega. – Pisco, dando tapinhas no ombro de James, o deixando para trás em seguinte.
Eu não precisava ser bom em adivinhação, o que no caso eu não era, para saber que ela estaria na cabine 20. Por que? Bem, eu era um observador, e durante os vários anos em que embarcamos juntos, aquela era sua preferência.

Pigarreio, dando uma ajeitada básica no visual e me dirigindo até a porta da cabine, a abrindo e me encostando nela, abrindo um sorriso (modéstia a parte) no mínimo sedutor.
- Hey Gatas... – Pisco, indicando que me referia a ela e sua mascote, sorrindo depois de maneira suavemente levada, como todos os meus sorrisos eram – Estão ocupadas ou posso atrapalhar a conversa? –
E dando uma de “entrão”, adentro a cabine antes de receber realmente a resposta e me sento no banco a frente de Lene,olhando para Adhara e a chamando com a mão para que ela se aproximasse, vendo que ela vinha alegremente até chegar perto o suficiente para ouriçar o pêlo e voltar para as pernas da dona. É... Eu acho que aquela coisa “animaga” dentro de mim não tinha sido muito do seu agrado.
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Akira Suzuki
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MensagemAssunto: Re: 01/09/1977 - Expresso de Hogwarts - Tarde   Sab Set 26, 2009 2:10 am

1º de setembro de 1977, tarde
The mysterious stranger
Cabine 25


Meus pensamentos foram interrompidos pela chegada de uma garota à cabine. Com o canto dos olhos reparei em sua figura. Apesar de não perecer ser muito mais nova que eu, nunca a tinha visto em Hogwarts. Bem, muitas pessoas estavam se mudando e trocando de escola esses tempos para tentar se proteger da melhor forma possível dos tempos sombrios em que vivíamos.

Não fazia muita importância porque eu realmente não estava a fim de conversar naquele momento, mas ao que aparece a garota que entrou não parecia compartilhar da mesma opinião que eu sobre preferir o silêncio, já que o quebrou começando a falar.

Quando ela fez a pergunta eu finalmente a encarei mais diretamente, arqueando a sobrancelha. Ela achava mesmo que eu ia cuidar da coruja dela e estava me oferecendo dinheiro? Bom, digamos que por mais que eu deteste a minha família dinheiro é algo que nunca faltou entre os Suzuki, pelo contrário, se me permite ressaltar.


- e você realmente acha que eu vou cuidar da sua coruja pordinheiro? Eu tenho o bastante para uma vida – não é como se fosse mentira. Revoltado ou não, ovelha negra ou não da família eu era o herdeiro da fortuna da família e o primogênito.- Qual o seu nome? – eu não era assim mal educado assim, seria de praxe no mínimo uma apresentação.

Não podia deixar de perceber que a garota era até bonitinha, mas não seria isso que me faria cuidar do seu bichinho de estimação. Ela que pensasse bem para que tinha uma coruja se não queria cuidar da mesma. Eu não teria Aoi se não cuidasse dele, será maldade com o bicho preferiria que ele tivesse um dono que realmente cuidasse dele.

Apesar de não ser de julgar as pessoas sem conhecer, estava com a ligeira impressão de que aquela garota era uma sonserina. E eu não gosto muito de sonserinos, creio que já deu para perceber isso...


Off: ok sono e amanhã tenho simulado, mas postei tem um mínimo de linhas né? oõ
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Marlene McKinnon
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MensagemAssunto: Re: 01/09/1977 - Expresso de Hogwarts - Tarde   Sab Set 26, 2009 11:26 am

1º de Setembro de 1977 ≈ Segunda-Feira ≈
Tarde ≈ Expresso de Hogwarts ≈ Cabine 20 ≈
NarraçãoMarleneOutros Personagens
Post anterior aqui.




A Viagem


Adhara estava inquieta, muito inquieta para o meu gosto. Ela andava em círculos no chão, de repente miava e pulava no banco, rodava, rodava e novamente pulava para o chão. Estranho. Ela é sempre tão calma, tão mansa. - O que foi? - Perguntei inutilmente, sabia que ela não iria me responder, no entanto ela miava, agora se enroscando em minhas pernas. Por Merlim. Aquela gata só ficava assim quando o …

Por Merlim! Eu meus pensamentos são fodas. Só pode ser. Não é que eu penso e o ser aparece?! Sirius Black surgiu do nada na porta da cabine. Galante como sempre. Segura as pontas Marlene! Seria impressão minha ou ele provavelmente havia acordado cheio dos trocadilhos?! Cruzei os braços quando ele falou pela segunda vez. Eu sabia que não adiantava falar “Não” para ele. E me provei estar mais uma vez certa, quando ele literalmente invadiu minha cabine e se jogou – porque ele não se senta, ele se joga – no banco em minha frente. - Você já atrapalhou não é?! - Comentei fazendo cara de poucas amigas. Quem vê pensa que eu consigo ficar tão brava assim.

Observei ele chamar Adhara para perto dele. Não sei porque ele ainda insistia, ela realmente não gostava dele. Sinceramente, não sei quem é mais teimoso o Sirius ou a Adhara. Ela foi andando toda alegre para perto dele, para em seguida acontecer o que todos já sabiam que iria acontecer, os pêlos de seu dorso se ouriçaram e ela entrou em defensiva. Logo estava se enroscando na minha perna novamente. - Ela realmente não vai com a sua cara. Eu já disse que ela não gosta de cachorro, Six. - Completei rindo. Eu sempre disse que o Sirius age e tem cara de cachorro, mais ninguém acredita em mim.

Eu tinha outra teoria para o fato da minha gata não ir com a cara dele, mais essa eu não falava nem por decreto. Ninguém precisa saber que a Adhara recebeu esse nome no meu primeiro ano em Hogwarts porque Adhara é o nome de uma das estrelas da constelação do cão maior.

Por Merlim, cadê a Emme e a Foca?? Céus... A Lils eu sei que não vai aparecer, ela tem os deveres como monitora-chefe e também tem que dar atenção pro meloso do namorido, digo namorado, dela. Eu e minha maravilhosa idéia de ser cupida dos dois.

Cruzei as pernas. - Você não tem uma reunião dos Marotos pra ir, ou alguma Maria-Sirius no seu pé não?! - Perguntei ironicamente. A bola da vez era a Lily cismada que eu estava sendo tão teimosa quanto ela, porém tinha uma grande diferença: O Jay Jay é muito menos galinha e cachorro do que o Siricutico. E a grande diferença das histórias, está no fato de que eu não odeio o Sirius, muito pelo contrário, vejo nele e no demais Marotos, grandes amigos. O que sempre me irritou profundamente é o fato das Marias-Maroto – como eu carinhosamente apelidei o bando de garota que adora correr atrás deles – estarem sempre lançados olhares de puro ódio pra cima de mim. Que culpa tenho eu se sou mais legal que elas?? Nenhuma!


Última edição por Marlene McKinnon em Ter Set 29, 2009 3:33 pm, editado 1 vez(es)
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John Mulciber
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MensagemAssunto: Re: 01/09/1977 - Expresso de Hogwarts - Tarde   Dom Set 27, 2009 2:10 pm

Spoiler:
 

{ Por que a natureza alimenta-se de sua própria decadência


{ Cabine 15

Ta certo, eu não estava tendo um bom dia. Pela manha as pressões do meu pai tudo por causa do maldito pai do Avery, mas á, ele ia ouvir quando eu o encontrasse, mas parecia que todos os meus amigos haviam sumido, desde o inicio da viajem eu estava sozinho, nenhum se dignificou a aparecer e não seria eu que correria atrás, nem de Cameron muito menos de Severus. Como mais um feijãozinho de todos os sabores, merda, esse tinha gosto de limão, só que daqueles bem amargos de se chupar. Realmente não estava sendo o meu dia.

Ouço a porta se abrir devagar e dirijo meu olhar a ela ajeitando meus óculos Ray ban no rosto e deixando meu cabelo para trás como de costume, franzo o cenho ao ver Rosier ali, na minha frente, todo emperiquitado rindo daquela maneira que ele ria e que me dava nos nervos – boa tarde pra você também Rosier! - engulo seco cruzando as pernas e o olhando por de trás dos óculos – sabe... o que eu comi ou deixei de comer hoje ou nas férias não lhe diz respeito, alias desde quando eu lhe devo satisfações? Pelo que me lembre desde nunca! – solto um riso forçado com o que digo e sinto ele caindo no meu colo se jogando por completo, cerro os olhos olhando-o severo e o empurro para o outro banco quase que com um chute.

Me levanto olhando-o puto da vida e fechando a porta do vagão bruscamente, olho para os corredores antes de fechar a porta, nenhum auror por perto somente alguns alunos da corvinal, um ou outro grifinoro, nenhum sinal de sonserinos, bato o pé sem reação aparente e me viro após fechar a porta com toda a minha brutalidade – ta maluco Evan? Quer que nos peguem aqui? Que merda! Já falei pra você não fazer isso! – falo puto da vida ainda de pé, passo a mão por meus cabelos e suspiro – mas... ainda bem que você veio... precisava falar com você... me diz viu o Cameron hoje? – pergunto menos austero me virando novamente para a porta da cabine.

Faço uma cara de mau para uma menina que passa e então me viro certificando-me de que não havia ninguém ali e de fato não havia ninguém que pudesse ouvir a nossa conversa, caminho para o banco e cruzo as pernas – mas escuta com atenção que o papo é serio.... e tem que morrer entre nós... – termino em um tom misterioso de voz passando a mão pelos meus cabelos após ajeitar os óculos em minha face, mordo de leve o lábio e respiro fundo, muita coisa seria falada e eu esperava sinceramente que eu estivesse fazendo a coisa certa.
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Daphne C. Deveraux
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MensagemAssunto: Re: 01/09/1977 - Expresso de Hogwarts - Tarde   Ter Set 29, 2009 1:39 am

me dou bem com os inocentes, mas com os culpados me divirto mais #002
um de setembro de mil novecentos e setenta e sete ;; tarde ;; cabine vinte e cinco


    Sem dar nenhuma espécie de rodeio o garoto me deu sua resposta, exibia um tom de sarcasmo em sua voz e uma determinação que me deixou um pouco irritada. Não pensei que fosse necessário me empenhar mais do que o mínimo para convencer um aluno qualquer a cuidar deste infortúnio, mas de certa forma isso me instigou apenas a desejar de forma perigosa que ele aceitasse minha oferta, nunca soube mesmo lidar com respostas negativas, não sei quem ensinou as pessoas a palavra ‘não’, mas certamente esqueceu de dizer à algumas que não devem usá-la comigo.

    Por alguns segundos apenas o fitei despreocupada, analisando suas formas orientais delicadas, os cabelos negros e lisos caiam sobre seu rosto quase pálido e em seus lábios não havia algo exatamente parecido com um sorriso, nem mesmo reparando rapidamente. Não seguindo seu exemplo, relaxei os lábios os estreitando na intenção de formar um sorriso gentil, tentando induzi-lo a fazer o que desejo, no primeiro instante do jeito fácil e educado.

    - Deveraux. – dei uma pequena pausa – Daphne Deveraux.

    Gentilmente empurrei a gaiola da coruja para o chão, sem me preocupar com o animal. Levantei-me do banco e me movi ate sentar-me novamente, desta vez ao lado do garoto que não parecia muito confortável com a situação. Esperei que ele se acostumasse com a minha presença maravilhosa, compreensível com a sua dificuldade, afinal, não são todos os dias em que se tem oportunidade de ficar tão próximo de uma garota tão bonita.

    - Sei que ainda não se apresentou. – comentei aparentemente despreocupada – Mas talvez você queira reconsiderar, pode ser que eu tenha lhe julgado mal oferecendo dinheiro. – deixei um sorriso culpado escapar pelos meus lábios – Será que poderia então apenas me ajudar, por gentileza? Por favor? – encarei o garoto fazendo a melhor cara inocente que pude, munida não só de uma voz suave, mas a beleza natural e perigosa das meio-veelas, talvez assim ele não negue.

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Evan Rosier
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MensagemAssunto: Re: 01/09/1977 - Expresso de Hogwarts - Tarde   Ter Set 29, 2009 3:52 pm

// Expresso Hogwarts.


A gentileza de Mulciber se assemelhava sempre a de um Dragão Norueguês... Ou melhor, a de uma “Dragoa” Norueguesa na TPM. Salazar, que bicho tinha mordido ele para estar com aquele mau-humor todo logo cedo? Nem eu que tinha quase perdido o meu pingente precioso para a bola de pêlos cor-de-rosa da minha irmã estava tão ranzinza. Me levanto naturalmente como se nada tivesse acontecido e solto o meu corpo no banco a frente, ajeitando a minha roupa e apoiando meus cotovelo no banco e o rosto na mão o observando com cara de tédio.

- Ain, Mulciber, relaxa. Até parece que viu um fantasma. E olha que nem chegamos na Escola ainda. – Cruzo as pernas e tiro do bolso uma lixa de unha, começando a trabalhar com ela então e olhando as vezes pela janela, para as árvores que passavam, só para irritar John, que pelo visto tinha al totalmente sério para me contar – Cameron? Não. Você foi o primeiro Sonserino que eu vi hoje... Fora a coisinha que levou meu malão, mas nem conta. – Olho para minhas unhas e então começo a lixar a outra, o observando levemente.

Eu tinha dito que a coisa era séria não disse? E confesso que ele estava começando a despertar a minha curiosidade. O que ele queria com Cameron? E por que parecia que iria ter um ataque cardíaco se qualquer pessoa entrasse inesperadamente agora na cabine? Será que o que ele tinha para me dizer era tão crucial assim? Bem, eu não sei, mas ele iria ter que agüentar o som da lixa de unhas, afinal minhas mãos estavam um caos, o que simplesmente não combinava caso eu precisasse empunhar a varinha em breve. Mas acabo respirando fundo e guardando a lixa quando ele diz para que eu o escutasse com atenção.

- Ok, ok John. Você venceu. Agora vai, desembucha logo, quem foi que morreu, homem? Sim, porque para você estar com essa coisa toda deve ter sido, de fato, gravíssima a situação. – Me recomponho, ajeitando a postura como um verdadeiro cavalheiro faria, mas um tanto mais arrebitadinho, arqueando a sobrancelha e o olhando impaciente. Eu não era assim um mar de calma para as coisas, principalmente quando elas me deixavam intrigado e/ou ansioso, o que era o caso no momento.

- Com licença, os garotos aceitam um doce? – Viro o rosto tomando um mega susto com a moça do carrinho de doces. Salazar, que criatura mais inoportuna, mas bem, acho que para agüentar aquilo eu até ia precisar de um pouquinho de açúcar.
- Me vê essas varinhas de alcaçuz. – Pago e abro a embalagem, levando uma a boca depois e falando, sem nem me dar ao trabalho de olhar para ela novamente - E desaparece. – Sorrio levemente para John levando o doce a boca e brincando com us lábios na varinha, soando naturalmente provocativo.
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Rabastan Lestrange
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MensagemAssunto: Re: 01/09/1977 - Expresso de Hogwarts - Tarde   Ter Set 29, 2009 7:14 pm

Mansão Lestrange – 31 de agosto de 1977 – Noite


Não podia dizer, sob hipótese alguma, que minhas férias haviam sido boas. Para falar a verdade, haviam sido as piores férias que eu tivera desde que entrei para Hogwarts. Nem uma semana se passou desde que minha mãe foi internada no St. Mungus e duas semanas atrás, meu pai falecera. E eu tinha que aturar Rodolphus e Bellatrix. Ou melhor, eles tinham que me aturar. Era eu o irmão caçula impertinente que estava estragando a perfeita vida de casado dos dois. Que de perfeita, óbvio, estava longe. Mas não era novidade mesmo. Nunca vi amor no casamento dos meus pais. Para quê? Sentimento tolo. Só os fracos necessitam dele. Vejo casamento apenas como uma formalidade que a sociedade bruxa exige, para a união de duas famílias de sangue puro.

O Sr. Lestrange sempre nos ensinou que era essencial a união entre as famílias de sangue puro. Tínhamos a responsabilidade de mantermos o sangue puro por gerações e gerações, de mantermos a tradição e a nobreza da nossa raça. Não entendo porque alguns insistem em quebrar essas regras e se unirem a trouxas nojentos.

Mas eu realmente agradeceria se Rodolphus não tivesse que honrar os ensinamentos de nossos pais justo com a mais velha da última geração dos Black. Porque, Merlin, ninguém merece essa mulher! O que tem de bonita, tem de insuportável! Já é um começo o fato de ela não ter paciência com “crianças”, como costuma dizer, e só me dar a “honra” de sua presença nas refeições diárias.

Mais uma discussão com meu irmão durante o jantar. O que era de praxe, já que ele insistira em tomar o lugar de meu pai em todos os sentidos (inclusive nas coisas que diziam respeito a mim) e estava virando uma pedra no meu sapato, com os malditos sermões sobre responsabilidade, sobre como devia honrar o nome da família e me dedicar mais aos estudos e toda essa conversa mole. Subi para o meu quarto, a fim de aproveitar minhas últimas horas em casa. E para ser franco, não consegui aproveitá-las muito bem, porque assim que me deitei, pesadelos invadiram o meu sono, concedendo-me uma péssima noite.

Expresso de Hogwarts – 1º de setembro de 1977 – Tarde


Estava realmente grato por ter me livrado de Rodolphus. Finalmente, livre das suas regras e sermões. Claro que fez questão de iniciar mais um daqueles intermináveis momentos de lembretes e acabou culminando numa discussão, como sempre. Eu já tinha 15 anos, não era uma criança, oras! Sabia muito bem como me cuidar.

Só que o problema, desta vez, é que ele ameaçou me deixar sem um tostão durante todo o ano em Hogwarts. Só podia estar ficando maluco, claro! Ele não tinha esse direito. Com essa preocupação em mente, entrei no Expresso, procurando uma cabine para me sentar. Infelizmente, nenhuma delas estava vaga.

Acabei ficando numa cabine onde estavam alguns sonserinos do 5º ano. Eles conversavam animados sobre as suas férias e um deles lembrou-se, repentinamente, das tragédias ocorridas na minha família durante as férias. O clima imediatamente tornou-se mais pesado e nem ao menos o carrinho de doces, que passou diante da cabine minutos depois conseguiu descontrair o ambiente. O que mais me irritava eram os olhares de pena sobre mim. Não precisava da piedade de absolutamente ninguém. Sabia bem da minha fama entre os meus colegas. Diziam que eu era introspectivo demais e ranzinza também. Não dava espaço para conversas ou brincadeiras. Eu era sim, fechado, mas era para a minha própria defesa. E ao contrário do que imaginavam, eu sabia muito mais do que sequer podiam sonhar. Era extremamente observador. Reparava nos mínimos detalhes.

Aliás, eu podia ser sim, muito aberto e descontraído: com quem merecia. Levantei-me abruptamente e caminhei pelos corredores. Eles eram ridículos. Algumas sonserinas acenaram para mim no corredor e eu retribuí com uma discreta mesura.

Pretendia ir para o final do trem, tomar um pouco de ar, mas enquanto caminhava, passei em frente à cabine 15, onde a moça do carrinho oferecia doces. E ali estavam Rosier e Mulciber. Finalmente, pessoas decentes naquele dia. Adentrei a cabine, sem muita cerimônia e somente quando me sentei, sem nem ao menos pedir licença, mesmo porque não eram estranhos e sim meus colegas de casa, notei que não tinham uma expressão muito agradável no rosto. Franzi o cenho, encarando o loiro e em seguida, o ruivo. Um arrepio desagradável percorreu-me o corpo quando senti os olhos deste último sobre mim.
_ Espero não estar atrapalhando...
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Sirius Black
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MensagemAssunto: Re: 01/09/1977 - Expresso de Hogwarts - Tarde   Qua Set 30, 2009 10:24 am

#Expresso Hogwarts.


Não querendo me achar o último feijãozinho do pacote, mas eu havia percebido que a Lene perdia um pouco o fôlego quando eu aparecia. Só torcia para que isso não fosse devido aos sustos que eu dava nela de vez em quando, por surgir assim meio do além...Mas não, por mais que ela insistisse em me dizer não, eu sabia que no fundo aqueles olhinhos me queriam. Podem chamar de ego inflado, de falta de modéstia, ou do que vocês quiserem, eu chamo isso de sinceridade. A morena me lança uma resposta rude como já era de se esperar... Só queria saber até quando ela ia se fazer de durona, por mais que, eu precisava admitir... Isso me deixava cada vez mais doido por ela.

- Nossa Lene, também estou feliz em te ver. – Rio para descontrair o ambiente, nem parecendo me incomodar com a aspereza da garota, ou com a repulsa de Adhara, que eu sabia ter motivos diferentes da dona para querer ficar longe de mim. Acho que eu era do tipo “bate que eu gamo” no final das contas, fazer o quê? Fato é que ela ficava muito sexy me olhando com aquela fúria. Ah garota, que personalidade. E que olhos eram aqueles? Merlin, eu quase precisava de ar. Abro a janela para arejar um pouco, sorrindo naturalmente antes de voltar a falar.

Admito quando ela praticamente me chama de cachorro de – Ah... Achei por um momento que pudesse disfarçar esse fato. –maneira escancarada, afinal, querendo ou não, eu fazia jus a palavra, literalmente.
Caio na risada com as tentativas da morena de me despistar. Mas de fato eu não tinha nenhuma reunião-marota, e não tinha me encontrado – ainda – com alguma menina do meu “fã-clube”. Pensando que esse era meu último ano em Hogwarts, será que elas fariam algum tipo de festinha de despedida para mim? Uh, isso seria bem interessante... Mas ok, Sirius, concentra. É Marlene na sua frente, não é hora de ficar pensando em orgias com garotas usando camisetas com a sua foto estampada... Ou não as usando na verdade.
- Então, para sua felicidade, não... Por enquanto estou livre aqui. Segui seu aroma de rosas até a cabine vinte, como de costume, e vim me espetar um pouco nos meus espinhos favoritos. – Rio, brincando com o fato de que ela vivia me dando uns “chega-para-la”, na verdade eu fazia graça de tudo... Ia fazer o que mais? Chorar?

– Mas me diga... Como foram as férias? – Pergunto me abaixando e pegando do meu malão um dos sapos de chocolate que a mãe do Pontas tinha nos dado para a viagem, junto com uma sacola inteira de guloseimas na verdade, as vezes eu achava que ela tentava me engordar para cozinhar no natal, porque só podia! – As minhas foram boas – Comento abrindo o sapo de chocolate e o mordendo antes que ele pudesse fugir, não era bagunçado comigo assim não! – Apesar de ter que agüentar o chulé do quarto do Pontas, até que é divertido... E ah, treinamos várias manobras novas de Quadribol... Se prepare, porque ele voltou cheio de maluquices, digo, estratégias novas na cabeça. – Arqueio a sobrancelha soltando o ar e já me sentindo cansado. Ok, na verdade com preguiça... Mas dá um tempo, era apenas começo de ano.
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Marlene McKinnon
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MensagemAssunto: Re: 01/09/1977 - Expresso de Hogwarts - Tarde   Seg Out 05, 2009 12:37 pm

1º de Setembro de 1977 ≈ Segunda-Feira ≈
Tarde ≈ Expresso de Hogwarts ≈ Cabine 20 ≈
NarraçãoMarleneOutros Personagens
Post anterior aqui.




”Porque a vida… a vida… a vida.”


Sirius Black é sem sombra de dúvida a pessoa mais abusada do mundo. E eu adoro isso. CONTROLE-SE LENE! Okay... Respirei fundo. Ele estava feliz em me ver. Respira de novo, garota. Eu também estava. E podia perfeitamente bem ignorar o fato de que eu vi ele e o James as férias inteiras, o que importava é que ele estava ali, sentado na minha frente e não na frente daquelas... daquelas... Controle seu gênio.

- Você me viu ontem. E anteontem. E as férias inteiras Siricutico. – Completei agora rindo. Eu tinha que assumir, estava feliz por ele ter saído daquela prisão, digo casa e agora estar morando com os Potters, minha terceira casa – Hogwarts é a segunda -. Por Merlim, último ano. Não quero sair daqui. Tudo bem, não vou chorar.

- E ainda assume. Tsc tsc. Depois não sabe porque ninguém te leva a sério. – Correção: Porque eu não o levo a sério. Ele acabou de assumir que é um cachorro, e cachorro pra mim é alguém galinha, canalha, cafageste. Respira fundo, Marlene. Okay... O Sirius não é cafageste, mas galinha e cachorro eu não tenho dúvidas. – Mais de fato, honey. Você não me engana mais. – Completei, cruzando os braços. Antes ele negava ser cachorro, agora assume. Céus, o mundo está perdido. Coitada das garotas indefesas.

Oras... eu não era tão espinhosa assim. Eu o tratava como sempre tratei o Jay, ou o Remito – embora ele seja quietinho demais, eu ainda pulo nas costas dele, só pra vê-lo ROXO de vergonha -. A única diferença é que os outro marotos não davam em cima de mim, nem diziam que eu tinha um corpão, ou nada do gênero. Ou seja, amigos. Que culpa tenho eu se me dou melhor com os meninos do que com as meninas?! Que culpa tenho se as únicas amigas mesmo são a Lils, a Emme e a Foca?! Que culpa tenho se ando com um bando de macho?! E pior... que culpa tenho se o Siricutico vê em mim um desafio?! – Jura? Por Merlim. Eu tenho pena de mim mesma. Nenhuma Maria-Sirius? Tem certeza? – Perguntei fingindo estar esperançosa para me ver livre dele, o que de fato parte de mim desejava, enquanto o meu lado negro da força dizia “Ai da vadia se ele dizer que tem alguma esperando pro ele”. Detalhes, então eu relevo.

– E eu não tenho espinho... mais a Adhara tem caninos. – Sorri voltando a alisar os pelos da minha gata. Sirius não podia encostar um dedo em mim com Adhara por perto que era pedir para ele sair do lugar cheio de arranhões e mordidas. Não sei quem é mais ciumenta, a dona ou a gata.

Como foram as minhas férias?? Normais, tediosas. Com uma professora de DCAT muito brava em casa querendo que eu treine minha defesa e etc. – Tirando o pequeno ocorrido no meu quarto que me deixou invisivel da cintura para baixo por dois dias, até minha tia conseguir reverter isso. E tirando o ocorrido na casa do Jay que fez com que certos marotos pasassem dois dias com os cabelos rosa e uma samba-canção roxa presa na cabeça. Minhas férias foram normais. – Respondi com visivel ironia me referindo ao pequeno incidente maroto em ambas as casas durante as férias. Eu apenas devolvi na mesma moeda, que fique claro.

- Eu ouvi uns gritos e umas vassouras desenbestadas nessas férias. Então eram vocês?! – E nem me chamaram, pilantras! – Estou até vendo. Estaremos ferrados. O Jay quanto tem aquelas idéias mirabolantes de táticas de jogo, sempre resulta com a minha pessoa na Ala Hospitalar com uma costela quebrada, por causa de uma conta mal feita. – Já virei sócia da Ala Hospitalar, Madame Pomfrey me chama pelo nome e eu a chamo de Tia Pompom, está vendo como o grau de intimidade já está avançado?! – Mais compensa, porque depois que tudo é corrigido as táticas costumam dar muito certo. – Completei, não podia negar, quebrar uma costela as vezes valia a pena.
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Dorcas Meadowes
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MensagemAssunto: Re: 01/09/1977 - Expresso de Hogwarts - Tarde   Ter Out 06, 2009 3:35 pm

31 de agosto de 1977 - Noite




    - Sabe o que é mais legal nisso tudo?O garoto jogou os pés para cima e girou os olhos para a mais nova. Dorcas franziu o cenho acariciando a barriga peluda do grande pastor alemão que chamava de Bisbilhoscópio. Parou imediatamente e encarou o irmão curiosa. Fazia tempo que não se falavam de uma maneira amigável como agora. Theodore abriu a boca para respodner sua própria pergunta e foi forçado a parar quando ouviram barulho no andar de baixo da casa. Coisas quebrando. Xingos. - Eu não vou ter que ver você nem o papai. Dorcas revirou os olhos entediada e resmungou alto. Teddy encarou-a agressivamente. - Que é? Ela deu de ombros e bufou, cruzando os braços. Como se ele já não soubesse a resposta. O pastor alemão latiu em protesto como se entendesse alguma coisa do que a dona pensava. - Você nunca está com a gente mesmo. Sorte sua ter passado o verão fora. Ele estava impossível. E se quer saber, também não faço questão da sua companhia. Ela resmungou alto. Levantou-se e saiu do quarto antes mesmo que o outro pudesse responder. Dorcas não estava mesmo de saco cheio para mais uma discussão. A verdade é que não entendia porque os amigos tinham evitado-a no último dia de aula. Talvez não quisessem que ela fosse passar as férias lá. Se bem que a esta altura até ela procurava se evitar. Andava realmente muito estressada por causa dos problemas com o pai. A morte de Susan foi um golpe baixo do destino. Ela evitou descer para a sala. Ainda ouvia os xingos de um Anthony bêbado. Ou quase. Mas não importava. No dia seguinte ela iria para sua verdadeira casa. Ou quase isso. Bem, ficar longe do pai e do irmão já era uma grande vitória.

    Por causa de sua falta de sentimentos, ela e Teddy não se suportavam, uma vez que ele a tinha acusado de ser interesseira e que não nutria nenhum sentimento pela mãe pelo simples fato de que a baixinha não expressou emoção alguma em sue enterro e ficou o tempo todo brincando com o cachorro. O que ela fez? Ela lhe bateu na face. Por isso ele tem o nariz quebrado. E por isso eles não aguentam mais ficar no mesmo ambiente sem que um provocasse o outro. O bom é que Teddy tinha se formado no ano passado e estava fazendo estágio no Ministério, morando numa casa alugada perto de lá. Ele tinha passado as férias todas com os amigos de Hogwarts e pela manhã iria embora de novo.

    Dorcas caminhou para o banheiro e abriu um pequeno bote de vidro onde continha uma tarântula. Este era seu bichinho que levava para Hogwarts. Tinha achado-a numa detenção dentro da Floresta Proibida. O nome? Maçaneta. Estranho, não? É, eu sei. Mas não se discute com uma grande imaginação. Não via a hora de pegar no sono e acordar só para ir até a estação encontrar seus amigos no dia seguinte. Mas não poderia fazê-lo se Teddy ainda estivesse ocupando-lhe o quarto. Então tomou uma decisão. A menina pegou a aranha na mão e colocou-a dentro do capuz da blusa. Caminhou até sue quarto e escancarou a porta de uma forma violenta.
    - Sai do meu quarto. Ela bufou em um tom mandão. O garoto sentou-se na cama e fitou-a com um olhar incrédulo. - O que? Ótimo, ela estava perdendo a paciência. Taí uma cosia que andava muito comum. - Saia. Já. Do. Meu. QUARTO! Dorcas berrou. Caminhou até ele e puxou-o pelo braço com força. Teddy tentava se desvelhenciar mas foi jogado para o corredor pela menina. Os dois ouviram um xingo lá de baixo. Anthony murava algo como 'Parem com essa gritaria, seus vagabundos!'. Mas eles não davam a mínima para essas ofensas mais. Estavam quase acostumados. A noite demorou um bucado para passar. A falta de sono e os gritos de Anthony no andar de baixo colaboraram.


    1 de setembro de 1977


    Tinha acordado atrasada, só para variar. Como acordara? Com Maçaneta andando por debaixo das cobertas. Pulou da cama e não demorou nem um segundo para se vestir e pegar o malão. A boa notícia é que Teddy já tinha saído e Anthony estava derrubado no sofá. A casa estava uma bagunça e ele fedia a álcool, mas ele que se virasse. Afinal, o trouxa era ele. E não, não foi em sentido da raça desta vez, e sim como um adjetivo de 'bobão'. Ou quase isso.

    Pegou um taxi - sim, um taxi - até a estação King's Cross e para a sua sorte o trem ainda não tinha saído. Faltavam alguns minutos. Ufa, bem na hora. Passou pela passagem e entrou no trem, correndo pelos vagões com a mala de rodinhas. Seus cabelos estavam despenteados e a franja emaranhada. Nada que passar os dedos não resolvesse.

    Corria pelo corredor e passou direto por uma cabine, mas voltou para a mesma quando viu dois conhecidos na cabine 20. Marlene McKinnon e Sirius Black. A baixinha sorriu empolgada para eles e entrou na cabine, abrindo e fechando a porta com uma excitação estranha. Ela quase arrancou a porta corrente com sua delciadeza, é.


    - OOOOOI PRA VOCÊS!! AH MEU SANTO CABO DE VASSOURA, Marleeeeey! Siiiiiix! Quanto tempo! Eu tenho tanta coisa pra conatr, e pra mostr... AH! Adivinhem quem eu trouxe. Lene, lembra na nossa detenção na Floresta Proibida? Então eu achei uma arainha lá e, bem, acabei ficando com ela... Ela coçou a nuca. Falava rápido e seu sorriso aumentava cada vez mais a cada palavra. Retirou a aranha do bolso e colocou-a na palma da mão. A menina torceu o nariz e acariciou o animal. - Digam oi pra Maçaneta! Estendeu a mão para os dois amigos sorridente esperando que eles cumprimentassem a tarântula.

Citação :
Sirius&Marlene
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01/09/1977 - Expresso de Hogwarts - Tarde
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