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A década de 70 ficou conhecida como a Década do Terror. Lord Voldemort começou a reunir seguidores que eram assim como ele obstinados pelo poder. Era o começo de tempos perigosos e violentos.

As pessoas não têm mais confiança uma nas outras. Hogwarts se tornou um dos lugares mais seguros do mundo bruxo.

No entanto, a esperança não estava perdida. Tão logo quanto o exército de Comensais era formado, Albus Dumbledore agiu, criando a Ordem da Fênix, uma sociedade que tinha como único objetivo caçar e aniquilar dos seguidores do Lord das Trevas.











Data: 1º de Setembro de 1977, Segunda-Feira
Dia: Nublado – Entre 5ºC e -2ºC
Noite: Céu Aberto – Entre -5ºC e -10ºC
Lua: Nova

Ação para alunos: Os alunos retornam a Hogwarts para mais um ano letivo. Ações no Expresso de Hogwarts em King’s Cross.
Ação para adultos: Os adultos passam por maus bocados, apreensivos com a disputa política interna do Ministério, ações liberadas para Trabalho e Lazer.

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Two-Way Mirror RPG

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 Suzuki, Akira

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AutorMensagem
Akira Suzuki
Corvinal - Capitão
Corvinal - Capitão
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Player : Amanda-chan
Mensagens : 4

Inteligência : 10
Destreza : 6
Força : 5
Percepção : 5
Mira : 5
Carisma : 3
Riqueza : 6

Habilidade Especial : Metamorfomagia

Experiência do Personagem :
0 / 1000 / 100


MensagemAssunto: Suzuki, Akira   Seg Set 21, 2009 12:54 am

◊ THE GIRL ◊



Nome: Amanda
Apelido: Amanda-chan (original né? XD)
Idade: 19 anenhos
Cidade: Porto Alegre / RS
E-mail/Msn: piscesamandachan@gmail.com
Quais livros de Harry Potter você já leu? Todos.
Quais filmes de Harry Potter você já assistiu? Todos.
Já jogou em outro fórum? Qual? Ih você quer mesmo saber? Olha que a lista é grande, mas vamos lá, já passei pelo Imperius RPG, Fidelius Charm, Cosmic Age, The Réquiem, Marauders, Ojessed, Another History, Angels or Demons, Dissendium RPG e o Prisma RPG /o/ (e aposto que esqueci algum aí hn)
Como soube do Two-Way Mirror? Eu criei tá? Pelo menos quem cadastrou no Forumeiros e deu uma cara pro bebê fui eu XD

◊ HER PUPPET ◊



Nome do Personagem: Akira Suzuki
Idade: 17 aninhos
Em que ano o personagem está:
Data de Nascimento: 27/12/1959
Local de Nascimento: Londres, Inglaterra
Onde mora atualmente: Londres, Inglaterra
Patrono: um lobo
Bicho-Papão: ele próprio, mas na visão do que os pais querem que ele seja, como um filho perfeito.
Raça: Puro-Sangue
Varinha: pena de fênix, cerejeira, 31 cm, boa para feitiços e transfiguração. Em seu cabo há detalhes em prata, com uma pedra preciosa azul na ponta
Animal de estimação? um gato siamês de olhos azuis expressivos chamado Aoi
Habilidade Especial? metamorfomagia + a capitania da corvinal *-*
Avatar: Reita o baixista do The GazettE *-* *morre*

◊ PUPPET'S HABILITIES ◊



Inteligência 10
Destreza 6
Força 5
Percepção 5
Mira 5
Carisma 3
Riqueza 6

◊ PUPPET NOM’s ◊



10 pontos de inteligência = 60 pontos

O – Ótimo (10 pontos)
E - Excede as Expectativas (8 - 9 pontos)
A – Aceitável (6 – 7 pontos)
P – Péssimo (4 – 5 pontos)
D – Deplorável (2 – 3 pontos)
T – Trasgo (1 ponto)

Defesa Contra as Artes das Trevas 10
Feitiços 10
Transfiguração 10
Poções 9
Trato das criaturas Mágicas 7
Herbologia 8
Adivinhação 2
História da Magia 4

◊ PUPPET HOUSE ◊



|| 7º || Corvinal. Aqueles que prezam sempre pelo conhecimento.


Última edição por Akira Suzuki em Seg Set 21, 2009 12:58 am, editado 1 vez(es)
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Akira Suzuki
Corvinal - Capitão
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Força : 5
Percepção : 5
Mira : 5
Carisma : 3
Riqueza : 6

Habilidade Especial : Metamorfomagia

Experiência do Personagem :
0 / 1000 / 100


MensagemAssunto: Re: Suzuki, Akira   Seg Set 21, 2009 12:54 am

◊ PUPPET TALE ◊



Até onde a educação rígida dada pelos pais é aceitável ou mesmo aconselhável? Muitos casos visíveis mostram como a pressão exagerada sob os filhos feita por alguns pais pode fazer com que a pessoa pressionada se revolte, resultando em uma rebeldia que muitas vezes é praticamente impossível de ser controlada. Ainda assim, os erros continuam a ser cometidos, sempre. Eu sou apenas mais um exemplo dessas estatísticas...

Meu nome é Akira Suzuki, tenho 17 anos e estou aqui para lhes contar a minha história, isto é, se vocês estiverem a fim de ouvi-la.

Apesar do nome e da aparência nipônicos, sou tão inglês quando a maioria dos meus colegas de Hogwarts, a diferença se residindo em meu querido pai, que é quem realmente veio do Japão.

Kazuya Suzuki veio do oriente poucos anos depois de formado, com a intenção de administrar melhor os negócios da família, que vinham crescendo cada vez mais e precisavam de um cuidado mais próximo. Como o primogênito e herdeiro, ele foi obviamente o escolhido para a tarefa, mudando-se para a Inglaterra, onde uma mansão para a família foi construída, obviamente para mostrar ao mundo o bom gosto e o dinheiro que a família possui. Tão ridículo isso... Eu ao menos não acho que algo assim fosse necessário, mas prefiro não continuar a comentar isso agora porque se não irei me perder na história.

Enfim, jovem, rico, solteiro e vindo de uma família tradicional, não é preciso dizer muito mais para que se soubesse que uma lista de pretendentes que gostariam de se casar com ele se formou. Mesmo que fosse um casamento por interesse e comodidade, sem nem um pingo de amor, Kazuya acabou desposando uma destas pretendentes, Elleonora Londubat.

Vinda de outra família de sangue-puro e com riquezas consideráveis, o casamento sempre foi mais uma aliança comercial, já que os Londubat e os Suzuki acabaram por se tornarem sócios em seu lucrativo negócio no mercado de poções.

Um herdeiro era tudo o que precisavam, alguém em quem eles queriam depositar o futuro dos negócios e garantir que tudo continuasse nos eixos. Dois anos depois, Eu cheguei ao mundo na noite do dia 27 de dezembro de 1959. Desde sempre se pôde notar que eu seria alguém diferente do convencional: meus poucos cabelos, bem como os olhos mudavam constantemente de cor, alcançando os mais diversos tons, denunciando que eu possuía uma das mais raras características entre bruxos: a metamorfomagia.

O acontecimento do nascimento de um herdeiro masculino como todos esperavam e desejavam, ainda mais com um dom tão raro, se tornou motivo de festa entre as famílias e muitos parentes vieram do Japão até a Inglaterra apenas para me ver. Tanto alarde, tanta coisa...

Minha infância foi inicialmente boa. Eu cresci sendo mimado e tendo tudo o que queria, mas a única coisa que sempre me incomodou foi que desde sempre eu me sentia sozinho. Os sorrisos e elogios de meus pais sempre foram frios, sem afeto. Eles não queriam um filho para amar, mas para moldar aos seus interesses.

Minha vida foi assim até alcançar meus seis anos. Foi quando meus pais, ao invés de apenas me mimar, começaram a querer me impor suas regras de conduta e ideais. Se antes eu me sentia solitário, mas ignorava isso, agora a situação tinha se tornado tão mais evidente que eu não pude deixar de perceber como eles realmente não tinham afeto por mim. Porém, com o pouco contato com outras crianças que tinha, sendo que a maioria delas tinha uma educação muito parecida com a minha, não percebia que as coisas podiam vir a ser diferentes. Eu seguia cada coisa que me diziam para fazer de modo quieto, era cômodo o fazer desse modo.

Os onze anos chegaram e com eles, a carta que me convidava a ingressar em Hogwarts. Minha mãe tinha estudado de lá, na sonserina. Não era uma surpresa que eu recebesse a mesma e foi quando eu conheci o Beco Diagonal, onde fui comprar meu material escolar com ela.

O que me chamou atenção naquele local não foi, no entanto, as coisas caras ou nada do gênero, mas sim as pessoas. Embora Elleonora fizesse questão de passar longe da maioria delas como se fossem leprosos, eu não pude deixar de notar que os pais de outras crianças da minha idade eram... Diferentes.

Porque não havia frieza e sim um carinho, um sentimento com o qual não estava acostumado a sentir entre eles. Será que seria isso assim algo tão ruim? Quando perguntei sobre isso minha mãe ela simplesmente reclamou indignada que eu não devia prestar atenção a um "bando de sangues-ruins e mestiços imundos" antes de me puxar para encerrar o passeio, voltando para a mansão.

Eu não disse mais nada sobre o assunto.

Primeiro de setembro de 1971. Finalmente a partida para Hogwarts. Depois de uma despedida simples, eu entrava no trem, e me sentava em uma cabine solitária, sem a mínima vontade de me enturmar com outros garotos que eu conhecia de outras famílias respeitáveis. Eu não gostava deles, bem como eu sabia que a relação deles para comigo era também puramente fachada.

Interesse, isso movia o mundo onde eu estava acostumado a viver. E foi no meio da viagem que uma garota do mesmo ano que eu que eu nunca havia visto na vida pediu se podia entrar na cabine comigo. Eu não disse nada, mas isso pareceu a confirmação que ela queria, antes de desatar a falar comigo, como se não fôssemos dois completos estranhos.

Alice Rolkin, descobri ser este seu nome. A conversa por minha parte era curta e seca, mas aos poucos quando ela não demonstrava parar de tentar conversar, eu acabei começando a responder melhor a suas perguntas e a fazer algumas também...

Ela era uma nascida-trouxa. Aquele tipo de gente que meus pais costumavam abominar e com quem eu nunca tinha tido contato antes, mas que sempre me descreveram como as pessoas da pior estirpe.

Acontece que ali, naquela conversa ela não parecia ser nada do que sempre me disseram que aqueles que não vêm de uma família mágica seriam. Ela era, na realidade, muito mais simpática que aqueles que se intitulam puros, como meus pais, por exemplo.

Sua curiosidade, que era saciada com minhas respostas sobre o mundo bruxo era enorme, mas o que a assustou de verdade, fazendo com que ela desse um pulo na cadeira foi quando em um momento de descontrole (durante minha infância eu tinha aprendido a controlar meu dom de modo que minha aparência era mais fixa) meus cabelos simplesmente mudaram de cor. Parecia para ela a coisa mais maravilhosa do mundo algo que para mim sempre foi natural, embora eu soubesse não ser assim tão comum.

Não foi difícil que nos tornássemos amigos. E dali eu começava a ter minhas próprias idéias sobre o que seria certo ou errado, além do que meus pais queriam que eu aprendesse.

A seleção. O Chapéu Seletor parecia estar confuso sobre onde me colocar, e embora tenha me colocado na Corvinal, ele tinha deixado claro em nossa pequena conversa mental que Sonserina não estava entre suas dúvidas de para onde me mandar. Eu não era como o resto da família.

Estava quebrando uma longa geração por parte da família de minha mãe que sempre ia parar na Sonserina, mas isso não foi importante. Entre os azulzinhos, eu me achei de modo que acho difícil que tivesse ocorrido em outra casa. Alice, no entanto, foi selecionada para a Lufa-Lufa.

As aulas eram razoavelmente fáceis. Eu me dava bem na maioria, apenas não gostando de História da Magia, matéria na qual eu nunca fui bom e nem seria (veja o fracasso nessa matéria que mancha os meus NOM's para ter uma idéia). Transfiguração e Defesa Contra as artes das Trevas, juntamente com feitiços, eram as que mais me agradavam e como não podia deixar de ser, crescendo ouvindo sobre poções eu não poderia vir a ter um desempenho fraco nesta matéria.

Preferi passar o natal em Hogwarts, sendo acompanhado por Alice. Foram bons momentos, nos quais eu creio que finalmente entendi o motivo de comemorarmos aquela data. Meu aniversário de doze anos, dois dias depois também não tinha passado em branco e garanto que a nossa pequena comemoração se mostrou muito melhor que as grandes festas feitas na mansão Suzuki.

O fim do ano, no entanto chegou e novamente eu estava de volta em casa nas férias. As notícias de minha proximidade com uma nascida Trouxa chegaram aos ouvidos de meus pais e os castigos que recebi naquelas férias me marcariam. Não fisicamente, mas seriam um limiar entre a minha aceitação para com tudo o que eles mandavam e o início de um sentimento de revolta que só continuaria a crescer em mim com o passar dos anos.

No segundo ano, continuei a estar próximo de Alice e muitas vezes isso fazia com que ela sofresse represália de alguns outros alunos, aqueles que antes eram o mais próximo de amigos que eu tinha. E comecei a então bancar seu protetor, sempre a defendendo destas ações.

Foi nas férias do terceiro ano, quando as coisas se tornaram mais insuportáveis em casa que minha rebeldia finalmente começou a dar mostras. Eu agora não mais discutia calmamente com meus pais, cada discussão travada em família agora se tornara feroz, sendo muito mais sérias do que antes.

Foi quando, muito mais por rebeldia (embora depois eu tivesse me acostumado e hoje uso muito mais porque gosto do que para irritar meus pais) minha aparência mudou.

Foi algo que de início foi feito muito mais inconscientemente pela minha metamorfomagia do que realmente porque eu tivesse planejado, mas a idéia de abandonar os fios negros, os tornando irregulares em com uma aparência de descoloridos me agradou. Foi também quando comecei a mudar o meu estilo de me vestir e quando comecei a usar a faixa no nariz que muitas vezes já me atraiu inúmeros olhares esquisitos em Hogwarts, seja por alunos ou por professores.

Minha mãe quase teve um ataque na primeira vez que me viu, bem como o meu pai, mas quanto a isso eu não estava realmente me importando. Era só o primeiro passo de uma rebeldia que me levaria ainda muito longe.

O terceiro ano talvez tenha sido mais solitário, sendo que minha companhia se resumia quase sempre a apenas Alice, mas ainda assim não foi um ano ruim. Exceto pelo fato de ter de ser obrigado a cursar a disciplina de Adivinhação porque, sinceramente? Aquela matéria era muito pior que História da Magia. Se nas aulas de história da magia eu quase sempre dormia, em Adivinhação eu não podia fazer isso, uma vez que a professora era bem mais atenta que o fantasma do prof. Binns.

Passaram-se mais longos três anos em minha vida. Nesse meio tempo muitas coisas iriam acontecer, algumas que eu não poderia prever e muito menos achar boas.

Uma das agradáveis foi no quarto ano, ao entrar para o time de quadribol como goleiro. Eu era razoavelmente bom no esporte, o qual já sabia jogar desde sempre, uma vez que cresci sabendo o que era e tendo onde jogar o mesmo. Voar em uma vassoura nunca foi um problema e sim algo bom para mim. No ano seguinte, com a saída do capitão que tinha se formado no ano anterior, bem como uma boa parte do time, eu me tornei o capitão da equipe, em meu quinto ano. Uma responsabilidade que veio a ficar em minhas mãos e não neguei, sempre tendo sido um capitão preocupado com o desempenho em conjunto do time.

Mas no fim do ano, nas férias entre o quinto e sexto, junto com as notas dos NOM's, que não me foram nenhuma surpresa, descobri nos jornais que em um ataque dos intitulados comensais da morte a vila trouxa, entre os mortos estava uma pessoa mais que conhecida por mim e de quem eu esperava a resposta de uma carta a alguns dias que agora eu sabia que jamais chegaria: Alice tinha sido morta.

Isso me fez por semanas definhar, mas eu sabia que meus pais pouco agora estavam se importando comigo. Eles já estavam meio que desistindo de mim a essa altura e eu não fazia questão de que eles recomeçassem a tentar também. Muitas vezes eu costumava fugir de casa apenas par caminhar sozinho pelas ruas, colocar os pensamentos em ordem...

O sexto ano foi... Vazio. Mesmo tendo o time de quadribol para comandar, eu sabia que faltava algo. Eu sentia falta da minha melhor amiga, aquela que esteve sempre comigo me apoiando, que me fez perceber tantas cosias e me abriu os olhos a tantas mentiras contadas pelos meus pais, aquela que era talvez a pessoa com quem eu mais me importava.

Antes que eu pudesse perceber, o fim do ano chegara e com ele as férias. Sobre estas nem perderei meu tempo comentando, pois foram vazias demais para que eu tenha o que dizer, tudo o que sei foi que eu decidi ter uma nova postura esse ano, meu último em Hogwarts: eu estava só? Sim eu estava, mas seja quem quer que tenham sido esses desgraçados que fizeram esse ataque à vila trouxa, eu os faria pagarem pelo crime que fizeram, custasse o que custasse.

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MensagemAssunto: Re: Suzuki, Akira   Dom Set 27, 2009 9:23 pm

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MensagemAssunto: Re: Suzuki, Akira   

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